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Mapa Mental interativo, República no Brasil: Cidadania e exclusão

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Mapa Mental interativo, República no Brasil: Cidadania e exclusão  Entenda o processo de Proclamação da República e a (não) construção da Cidadania plena no país, desde o século XIX, até a atualidade! O Mapa Mental interativo contém imagens e vídeo para facilitar o entendimento. https://www.goconqr.com/mindmap/26696465/rep-blica-no-brasil-cidadania-e-exclus-o# REFERÊNCIAS: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm . Acesso em 14 de outubro de 2020. BOULOS Júnior, Alfredo. História sociedade & cidadania : 9o ano : ensino fundamental : anos finais / Alfredo Boulos Júnior. —4. ed. — São Paulo : FTD, 2018. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: ed. Civilização Brasileira, 2011. DEL PRIORE, Mary. Documentos de história do Brasil: de Cabral aos anos 90. São Paulo: Scipione, 1997. p. 67. Direitos e participação: primeiro segmento do ensino fundamenta

A República chega ao Brasil: Cidadania e exclusão

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  Em 15 de novembro de 1889 o Marechal Deodoro da Fonseca proclama a República no Brasil, acabando com a Monarquia brasileira. Mas, o que representou, na prática esse mudança de regime político? Vamos inicialmente definir/conceituar cada um desses regimes: República: forma de governo em que um Presidente é eleito pelos cidadãos, ou seus  representantes, e governa por tempo limitado. Na República, o dirigente representa o  os cidadãos e é o responsável pela coisa pública ( respublica ).  IMPORTANTE: COISA PÚBLICA É AQUILO QUE É DE TODOS E NÃO AQUILO QUE NÃO É NINGUÉM!!!! Monarquia: forma de governo em que, geralmente, o rei recebe o cargo como herança e governa por toda a vida. Na Monarquia, o soberano é tido como alguém  que sabe o que é melhor para seus súditos e, muitas vezes, a legitimidade de seu poder deriva de uma divindade.   A ideia de República existia há muito tempo por aqui, antes mesmo da Independência, ocorrida em 1822. Os processos de independências das vizi

Entenda a importância das eleições municipais em 2020

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Mesmo com a Pandemia de coronavírus e todas as suas conseqüências, teremos em novembro as eleições municipais, que irão eleger prefeitos e vereadores nas cidades do Brasil. Devido à crise sanitária, a votação foi adiada de outubro para novembro: o primeiro turno será no dia 15 e o segundo turno ocorrerá no dia 29. Mesmo com todas as restrições impostas pela crise da doença, é importante ter a eleição neste ano. Basta lembrar que os Estados Unidos da América também mantiveram as eleições para a presidência em 2020. O voto é muito importante em nosso contexto político, ainda que tenhamos que discutir, de maneira urgente, a Democracia Representativa que temos hoje. Da maneira como ela funciona, grande parte da população acaba sendo excluída das decisões políticas e somente participa do processo político nas eleições, a cada dois anos. É necessário compreender, no entanto, que política é algo muito maior que votação. Temos visto nos últimos anos várias novas formas de participação polí

Limites e possibilidades da produção acadêmica em Educação chegar à sala de aula

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Debater sobre limites e possibilidades da produção acadêmica em educação tem se tornado, a cada dia, missão das mais difíceis (e tudo indica que se tornará ainda mais), não somente no âmbito profissional, mas, também, nos ambientes de convívio sociais e familiares, devido ao contexto político atual, de flagrante ataque aos aparelhos de ensino, pesquisa, ciência e, enfim, de produção do conhecimento em nosso país. Ao longo da história humana os homens, desde a Pré História, produziram e transmitiram conhecimentos práticos sobre o cotidiano, que diziam respeito à manutenção e à reprodução da vida. Assim, aprender era necessidade para continuar sobrevivendo. Ou seja, estava implícita a necessidade de produzir e repassar o conhecimento para garantir a sobrevivência da espécie. Milênios depois a ciência começa a ser constituída como novo campo do conhecimento. Estudos e pesquisas são expandidos, novos conhecimentos são produzidos e é iniciado o processo de estudar e analisar a própria produ

Como pesquisas acadêmicas podem nos ajudar a ensinar melhor?

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   Como pesquisas acadêmicas podem nos ajudar a ensinar melhor?                                Autora: Dr Flávia S Belham PhD em Neurociências pela University College London, Professora de Ciências e Cientista Chefe da Seneca Learning - a plataforma online gratuita com mais de 4 milhões de usuários. Este post é fruto da parceria entre o blog e a Plataforma Seneca Learning Muitos pesquisadores do ramo da neurociências estudam os processos de aprendizagem e publicam seus resultados em artigos científicos. Entretanto, muitos desses artigos não chegam até as escolas, os professores e, muito menos, os alunos. Isso é uma pena porque tal conhecimento científico pode nos ajudar muito!  Pense no seguinte: para um engenheiro aprimorar um carro, ele precisa entender como os motores funcionam, certo? Então, para que um professor melhore a aprendizagem dos seus alunos, ele precisa usar técnicas baseadas em como o cérebro funciona. Por isso, selecionei algumas pesquisas para apresent

Pensamento Computacional é mais que saber sobre computador. É algo que está ligado ao processo de ensino

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                              “Pensamento Computacional é uma habilidade fundamental para todos, não apenas para cientistas da Computação. Além de aprender a ler, escrever e calcular deveríamos adicionar Pensamento Computacional na capacidade analítica de cada criança”                                                                                                                                                                         Jeannette Wing    Ao se deparar com essa expressão, PENSAMENTO COMPUTACIONAL, a primeira coisa a vir à cabeça pode ser algo extremamente complexo e tecnológico. Algo sobre o futuro. Veremos aqui, no entanto, que Pensamento Computacional (PC) já possui alguns anos de “rodagem”, além de ser mais simples, presente e necessário em nosso cotidiano.  Em 1972 Seymour Aubrey Papert (1928 – 2016) natural de Pretória, África do Sul e radicado nos Estados Unidos escreve, junto com Cynthia Solomon, o artigo “Twenty things to do with a computer”, em que aparecem as pri