Entenda a importância das eleições municipais em 2020

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Mesmo com a Pandemia de coronavírus e todas as suas conseqüências, teremos em novembro as eleições municipais, que irão eleger prefeitos e vereadores nas cidades do Brasil. Devido à crise sanitária, a votação foi adiada de outubro para novembro: o primeiro turno será no dia 15 e o segundo turno ocorrerá no dia 29.Mesmo com todas as restrições impostas pela crise da doença, é importante ter a eleição neste ano. Basta lembrar que os Estados Unidos da América também mantiveram as eleições para a presidência em 2020.O voto é muito importante em nosso contexto político, ainda que tenhamos que discutir, de maneira urgente, a Democracia Representativa que temos hoje. Da maneira como ela funciona, grande parte da população acaba sendo excluída das decisões políticas e somente participa do processo político nas eleições, a cada dois anos. É necessário compreender, no entanto, que política é algo muito maior que votação. Temos visto nos últimos anos várias novas formas de participação política,…

Crises econômicas e seus planos de recuperação: quem resolve o problema, o Liberalismo ou o Estado?



A pandemia de coronavírus chegou ao Brasil, ela não é mais apenas uma ameaça. Além da crise humanitária (conforme visto no post anterior:www.históriadofuturo.comAs Pandemias mudando radicalmente a história da humanidade) teremos também, inevitavelmente, uma crise econômica mundial, provavelmente uma recessão. Afinal, quando há um isolamento ou quarentena, as pessoas, em suas casas, diminuem ou cessam o consumo de produtos e serviços, ocasionando grande impacto econômico em sua região, país e em todo o mundo. Ou seja, após os graves problemas na área da saúde, teremos também as consequências econômicas.


Mas, o que é uma recessão econômica? Ela é caracterizada por dois trimestres consecutivos de diminuição do PIB de um país. O PIB representa a soma (em valores monetários) de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região (quer sejam países, estados ou cidades), durante um período determinado. Ou seja, a recessão diz respeito a um efetivo encolhimento da economia. Em uma forma resumida, isso pode ser medido por diminuição dos níveis de consumo das pessoas, de produtividade das empresas e de emprego.
Importante, porém, é entender que essa não será uma situação que ocorrerá apenas no Brasil visto que a questão do coronavírus é uma pandemia (uma epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população localizada numa grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o Planeta Terra). Assim, não será possível que nosso país saia dessa situação sozinho, pois, vivemos em uma economia global.


Ao longo do século XX e, até hoje, o mundo passou por várias crises econômicas e recessões, ocasionadas por uma série de fatores: guerras, outras pandemias, quebras de sistemas financeiros, dentre outros motivos. Algumas dessas crises foram causadas por opções estatais como as guerras. Outra parte por “questões naturais” como as pandemias. Outra parte dos desastres econômicos, no entanto, foi criada pelo capitalismo financeiro, como as crises de 1929 e 2008. O socorro, porém, quase sempre vem do Estado, órgão demonizado pelos liberais, mas que, garante o desenvolvimento do capitalismo.


Mas, o que é o Liberalismo? O Liberalismo Clássico é uma doutrina surgida no século XVIII, baseada na defesa da liberdade individual, nos campos econômico, político, religioso e intelectual, contra a intervenção do Estado, principalmente na economia.


E o Neoliberalismo (você vai precisar desse significado mais a frente)?


O Neoliberalismo é uma doutrina socioeconômica que retoma os antigos ideais do liberalismo clássico ao preconizar a mínima intervenção do Estado na economia, que, em tese, poderia se auto-regulará e regularia também a ordem econômica. Sua implantação pelos governos de vários países iniciou-se na década de 1970, como principal resposta à Crise do Petróleo.


Vejamos então algumas dessas crises e como foram as ações para superá-las:






A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Quebra da Bolsa de New York, em 1929, com a conseqüente recessão mundial.


Esses eventos devem ser vistos em conjunto para entendermos os contextos econômicos, sociais e políticos do mundo no período histórico que os abriga.
A Primeira Guerra Mundial, também chamada de A Primeira Grande Guerra), pode ser considerada como consequência de uma profunda transformação estrutural do capitalismo com o advento do Imperialismo, iniciado ainda no século XIX. Neste processo destacaram-se os grandes países capitalistas do período, França, Inglaterra, e Alemanha.
O conflito provocou a destruição da economia da Europa e causou profundas transformações nos cenários político, social e econômico mundial. Segundo algumas estimativas, os diversos confrontos ocorridos ao longo desses quatro anos foram responsáveis pela morte de cerca de oito milhões de pessoas e outras 20 milhões sofreram algum tipo de seqüela em conseqüência do conflito. Consequentemente, os prejuízos econômicos trazidos aos países envolvidos foram enormes.

Cerca de um terço das riquezas acumuladas pela Inglaterra e pela França foram perdidas com a Primeira Guerra. O parque industrial europeu foi quase reduzido pela metade e o potencial agrícola sofreu uma queda de 30%. A Europa deixava de ser o grande símbolo da prosperidade capitalista, estando atolada em dívidas e observando a desvalorização de suas moedas.


Foi o primeiro conflito chamado de "total", no sentido de mobilização de todos os recursos humanos, econômicos e financeiros dos países envolvidos. Durante quatro anos, as principais potências europeias dedicaram 50% do seu PIB ao esforço de guerra. Isso causou, dentre outras, um fenômeno até então quase desconhecido na Europa: a inflação. A impressão de dinheiro e a especulação fizeram com que as moedas europeias perdessem valor rapidamente. A primeira guerra mundial também exigiu que os estados europeus se endividassem de forma interna e de forma externa.


A partir de então que os Estados Unidos alcançaram a condição de grande potência mundial capitalista. No ano posterior à guerra, o país triplicou suas exportações em comparação ao ano de 1913 e a renda nacional atingiu um valor duas vezes maior. O país americano emprestou muito dinheiro aos países europeus, com a condição de o dinheiro fosse usado, em grande parte, para comprar produtos norte-americanos.


Imaginemos: você é um empresário, empresta dinheiro para uma pessoa (para ser pago com juros), com a garantia de que ela use a maior parte desse dinheiro para comprar os seus produtos!!! Você irá ganhar duas vezes nessa negociação!!!


A partir deste momento, os Estados Unidos se tornaram o principal credor dos países europeus, uma potência econômica mundial e, a partir daí, começou a impor o dólar como moeda mundial. E, no final dos anos 1920, o país respondia por mais de 42% da produção industrial global.

Outras nações, de outras regiões do planeta, que não se envolveram diretamente no confronto também ganharam com a Primeira Guerra. Inclusive o Brasil que aumentou suas atividades industriais, exportando para mercados que antes eram dominados pelas
nações européias.


Alguns anos depois, em 1924, a economia mundial parecia retomar o crescimento, embora o desemprego nos países da Europa continuasse muito alto, com 12% na Inglaterra e 18% na Alemanha. A superprodução norte-americana foi característica de todo esse período, favorecida pela política de liberalismo econômico, responsável pelo aumento dos estoques e pela queda nos preços, já que a população se recuperava dá falta de renda.

A crise de 1929


Como era de se esperar, no entanto, a Europa começou a se recuperar. E, com o início da recuperação do setor produtivo dos países europeus, as vendas da produção norte-americana começaram a entrar em declínio. Na medida em que as exportações diminuíam, os grandes proprietários norte-americanos não conseguiam saldar as dívidas contraídas com os bancos. Além disso, as ações das empresas tinham se sobrevalorizado imensamente num movimento de especulação financeira.


A crise de 1929 é fruto da expansão desenfreada e irresponsável de crédito feita pelos EUA na década de 1920. O símbolo máximo da crise é a Quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque, no dia 29 de outubro, dia conhecido como “quinta-feira negra”, os bancos do país estavam sobrecarregados de dívidas não saldadas, ações supervalorizadas de empresas que estavam em queda e, assim, recusaram refinanciamentos ou novos empréstimos para a habitação, automóveis etc. Os EUA, no tempo que mantinham uma produção econômica muito grande, tinham muitos compradores dentro e fora do país e estimulavam a oferta de crédito pra estes compradores. (Quando havia um período de queda da produção econômica, no entanto, o governo intervinha no mercado oferecendo mais crédito, dinheiro e títulos da Bolsa de Valores).


A medida de expansão de crédito tornava as taxas de juros artificiais, sem lastro com a produção e a venda real de mercadorias. Os investidores da Bolsa de Valores de Nova Iorque recebiam um sinal falso da expansão de crédito e acabavam por ampliar os seus negócios e investir ainda mais. Este processo gerou uma “bolha” e, em 1929, ela estourou: havia muito dinheiro emitido circulando, mas sem valor real com a produção. Assim, a Bolsa de Valores de Nova Iorque, entrou em colapso.


A quebra da bolsa ocasionou um efeito dominó: bancos faliram, pois não tinham como cobrir os investimentos, empresas fecharam, pois o capital delas estava nos bancos e assim sucessivamente. Seguiu-se uma profunda crise: desemprego em massa, pobreza e miséria, que assolaram grande parte da população americana. Calcula-se que cerca de mil hipotecas de casas foram executadas por dia após 1929. A crise afetou todo o mundo, levando milhões de pessoas ao desemprego e ao desespero. O Brasil, por exemplo, chegou a queimar café, principal produto de exportação da época, para poder valorizar o seu preço, já que o mesmo parou de ser comparado pelos americanos.


E como resolver todo o caos causado pelo pela iniciativa privada/capital financeiro?


As soluções para a crise foram aplicadas, principalmente, pelo então presidente norte americano, Franklin Delano Roosevelt e sua política do New Deal (Novo Acordo), foi um pacote de medidas econômicas e sociais adotadas, que procurou ressuscitar a economia americana. Ou seja, foi uma intervenção do Estado na economia.


Ficou claro que a crise de 1929 colocou em xeque a economia liberal, que apontava o mercado capitalista como o mundo ideal entre os campos econômico e social, sem a intervenção do Estado. Quando ocorreu a crise, o liberalismo mostrou-se incapaz de fazer frente aos problemas. A resposta à crise foi encontrada na ampliação da intervenção do Estado, com o planejamento econômico, nos Estados Unidos e nos demais países do capitalismo ocidental


O New Deal foi baseado na teoria econômica de John Maynard Keynes, economista britânico que evidenciava a necessidade da mediação econômica do Estado para garantir o bem-estar da população, o que o liberalismo seria incapaz de realizar. Segundo Keynes, a avaliação de uma economia devia compreender a simples observação dos níveis de consumo e investimento do governo, das empresas e dos próprios consumidores. Ou seja, se as empresas passam a investir menos, inicia-se todo um processo de retração econômica que abre portas uma crise.


Assim, para que uma crise fosse evitada, o keynesianismo defendia a necessidade de o Estado conter o desequilíbrio da economia. Entre outras medidas, os governos deveriam realizar investimentos que aquecessem a economia de modo geral (obras públicas). Paralelamente, era de fundamental importância que o governo também concedesse linhas de crédito a baixo custo, garantindo a realização de investimentos do setor privado.

Com tais medidas de incentivo os níveis de emprego aumentariam e consequentemente garantiriam que o mercado consumidor desse sustentação a toda essa aplicação de recursos. A estratégia de planejamento econômico estatal aproximava o New Deal dos planos quinquenais adotados na União Soviética, que intensificaram a industrialização daquele país em um momento da Guerra Fria. 


 As principais medidas do New Deal foram:




· *desvalorização do dólar para tornar as exportações mais competitivas;
· *empréstimos aos bancos para evitar falências no sistema financeiro;
· * criação do sistema de seguridade social, com destaque para o seguro desemprego e a Lei de Seguridade de 1935;
· *direito de organização sindical;
· *estímulo à produção agrícola;
· *construção de uma grande quantidade de obras públicas, com destaque às hidrelétricas e rodovias.


O estimulo à contratação de trabalhadores, buscando uma situação de pleno emprego da população economicamente ativa e as ações de seguridade social estimulariam o consumo da população, aquecendo a produção industrial, agrícola e de serviços em todos os níveis. Além disso, a intermediação dos sindicatos nas negociações das reivindicações tentava evitar violentos conflitos, garantindo a ordem social. Essa perspectiva de atuação econômica via o capitalismo como um modo de produção integrado, no qual o aumento do consumo, principalmente dos trabalhadores, estimularia um desenvolvimento em cadeia de todos os setores econômicos.


Percebam que todas as medidas econômicas e sociais mais recentes no Brasil (antes da pandemia) são completamente contrárias àquelas praticadas nos EUA, no período logo após a crise 1929. Lá se pensou em uma coisa óbvia: o que movimenta a economia é mais dinheiro circulando no mercado, que propicia mais condições de consumo. Consequentemente, as empresas produzem mais e contratam mais trabalhadores. E assim, o ciclo continua. A economia é pensada para todos, para fazer o país caminhar e não apenas para um grupo.


As medidas alcançaram êxito, revigorando a economia norte-americana e, dez anos após a implantação do New Deal, os EUA se aproximaram dos patamares econômicos em que se encontravam em 1929. Além disso, o New Deal influenciou as políticas econômicas na Europa ocidental, o Welfare State, políticas de bem-estar social que proporcionaram o boom econômico do pós-guerra. O Estado garantia uma distribuição menos desigual de renda e criava infraestruturas necessárias a uma vida digna para a maioria da população, investindo em saúde, educação e transporte.


Somente na década de 1970, com as graves crises que assolaram o mundo capitalista, que as medidas keynesianas, como o New Deal, foram sendo substituídas e dando lugar a novas políticas de orientação liberal. Começava a época do neoliberalismo econômico.


A Segunda Guerra Mundial




Ao final do conflito, que matou mais de 50 milhões de pessoas, grande parte da Europa e algumas regiões da Ásia estavam devastadas. Milhões de pessoas choravam seus mortos, feridos, inválidos e órfãos. Outras tantas pessoas sofriam pela falta de alimentos e moradias. Afinal, haviam perdido tudo. Logo após o final da guerra muitas pessoas morreram de fome...pela falta do alimento, também ocasionada pela falta de pessoas para produzir...


A Segunda Guerra demonstrou, em números, uma brutalidade nunca antes registrada. Cerca de 300 milhões de pessoas foram atingidas, de alguma forma, pela violência das batalhas e suas conseqüências. Assim, estavam devastadas as economias dos países europeus, diretamente envolvidos na guerra. Desta forma, o presidente dos EUA, Harry Truman, lançou em 1947 o Plano Marshall, que destinava recursos financeiros gigantescos para a recuperação econômica das nações capitalistas ocidentais. O Plano ficou conhecido por esse nome porque foi elaborado pelo secretário de Estado do governo Truman, o general George Marshall (1880-1959). De 1948 a 1952, os Estados Unidos aplicaram cerca de 12,6 bilhões de dólares nos países europeus, sobretudo na Grã-Bretanha, França e Holanda.


A ideia original era incluir todos os países da Europa no programa, incluindo aqueles pertencentes à União Soviética. Mas, em 1947, Josef Stálin, presidente do país soviético, negou-se a aceitar a ajuda dos EUA. A recusa se deu por motivos ideológicos e estratégicos. Como forma de rivalizar com o Plano Marshall, a URSS criou seu próprio plano de reconstrução econômica dos países do Leste Europeu que estavam sob a sua influência: o Comecon (Conselho mútuo para assistência econômica). O Plano Marshall foi, assim, uma das medidas dos governo norte-americano como parte da Doutrina Truman, que pregava a defesa do mundo capitalista pelos EUA, contra o comunismo da União Soviética. 


 A crise financeira de 2008








Por volta de 1998, os bancos dos Estados Unidos começaram a emprestar dinheiro a muita gente, mesmo a quem estava desempregado e a quem não tinha renda nem patrimônio confirmados conseguia ser aprovado pelo. E poderia dar a própria casa como garantia para vários empréstimos. Esse tipo de crédito era conhecido como “subprime” (de segunda linha). O volume de financiamentos desse tipo era gigantesco....


Os bancos passaram, então, a misturar essa dívida de alto risco (pouca chance de ser paga) com dívidas de baixo risco (de clientes com bom histórico de pagamento) e montar vários pacotes, as chamados CDO (obrigações de dívida com garantia, em tradução livre). Eles vendiam as CDOs para investidores do mundo todo, sobretudo na Europa. Quando os norte-americanos pagassem o valor devido, o dinheiro iria para quem comprou a CDO, com juros. Os compradores eram levados a acreditar que estavam fazendo um ótimo negócio, porque os juros eram altos. Eles não sabiam exatamente que tipo de dívida havia dentro da CDO que estavam comprando, mas, as agências de classificação de risco (Standard & Poor’s, Fitch e Moody’s), depois criticadas por seu papel na crise, garantiam que eram investimentos de alta qualidade. O problema é que os devedores não pagaram suas dívidas...


As dívidas estavam nas mãos de bancos e fundos de investimentos do mundo todo e, assim, houve um efeito dominó no mercado. Em 15 setembro de 2008, um dos bancos de investimentos mais tradicionais dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, foi à falência, e as Bolsas do mundo todo despencaram. A data ficou conhecida como segunda-feira negra. Em seguida, outros bancos anunciam perdas bilionárias.

Para tentar evitar quebradeiras em série, governos de vários países anunciam planos de socorro à economia, injetando bilhões em bancos. Como a economia está todo interligada, a crise não ficou só no setor financeiro. Os Estados Unidos e outros países, incluindo o Brasil, entraram em recessão. O desemprego disparou, sobretudo entre os mais jovens, e muitas empresas faliram. Os efeitos da crise de 2008 foram sentidos no mundo todo durante anos.


O crédito fácil e a disseminação de um investimento "podre" pelo mundo todo estão na raiz da crise financeira de 2008. E esta foi a maior crise financeira mundial, desde a Grande Depressão de 1929. Porém, temos agora a pandemia do coronavírus...


Vimos que a “mão invisível do mercado” que atuaria para equilibrar as ações da economia não funciona exatamente desta forma, como realçam os liberais. No momento de crise é o Estado quem socorre. Em 1929 e em 2008 os banqueiros e a economia mundial foram salvos pelos Estados, com montanhas de dinheiro. Após isso, alegaram que havia desequilíbrio fiscal e seria necessário cortar os gastos sociais...12 anos depois de 2008, pedem mais sacrifícios da sociedade...


Parece que o coronavírus é o estopim de nova crise do capitalismo. Afinal, com pouco tempo de isolamento social o governo e as empresas brasileiras já reclamam e ameaçam desemprego...cobram do trabalhador educação financeira mas, em pouco tempo de parada já, reclamam da falta de dinheiro...


O vírus mostrou a fragilidade do sistema. A crise atingirá muito forte os países como o Brasil que tem como base exportações de mercadorias primárias e quase nenhum plano de crescimento e sustentação econômica.
Nos países ao redor do mundo como EUA, Alemanha, França, dentre outros, os governos anunciam pacotes de resguardo ao cidadão e atendimento às empresas.

Esse é o papel dos governos, eles devem agir em momentos de tensão e não tentar transferir a responsabilidade para seus cidadãos. Vivemos uma das maiores crises humanitárias e econômicas dos últimos tempos. Os governos locais devem ter consciências dessa situação e agir para que ela seja resolvida. Não é favor, é a função básica de qualquer governo.





Vander de Andrade
Professor de História/Historiador
Graduado em História e Especialista em Tecnologias Digitais e Educação 3.0


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profdeandrade@gmail.com
https://www.facebook.com/vander.deandradefariasfilho
https://www.instagram.com/vanderdeandrade

Comentários

  1. "O vírus mostrou a fragilidade do sistema." ... e como é frágil!

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